Há 30 anos seria impensável que um blog, uma página pessoal sem qualquer rigor jornalístico, iria avançar com a mais importante sondagem de uma cidade.
Contingências da democracia, pensarão os politólogos, que os há também, quem diria há 30 anos.
E aqui temos a Póvoa de Varzim à mercê de um blogger, perdão, à mercê do seu eleitorado, o povo, o povo que decide quem o governa, o povo que os derruba, que os enxovalha, que os despreza, que se revolta, que se ri da figura deles, o povo que é anónimo no que de mais puro o termo tem.
Os candidatos perfilaram-se bem cedo:
Em primeiro lugar, Macedo Vieira, o que mais cedo apresentou a sua candidatura, embora pretendesse revelar publicamente algumas dúvidas.
O investimento em Restaurador Olex trouxe-lhe alguns amargos de boca, sendo que o principal foi a quantidade utilizada o que o transformou num Morcego horroroso.

Logo a seguir perfila-se Renato Matos, o candidato mais credível da oposição para suceder a Morcego, o verdadeiro Macedo, dado que nestes quatro anos enfrentou sistematicamente o poder laranja sem nunca titubear.
Em terceiro lugar, surge do nada Jorge Serrano, o candidato do CDS, partido que gosta de fazer política pela positiva, sem nunca explicar o que tal significa. Certo é que Serrano tem-se movimentado, ainda que com alguma dificuldade, no caminho de evitar o fim do CDS na Póvoa de Varzim.
Em quarto lugar, surge o empregado do Macedo Vieira, que não o Morcego, Jorge Machado que foi sem dúvida o deputado da Assembleia da República que mais recados fez ao seu patrão, o Jerónimo. Pensavam que era quem?
Por fim, e com uma equipa ganhadora, composta por dois elementos, surge Andrea Peniche,
perdão, uma vila-condense que conhece a realidade poveira pelo que vê em Vila do Conde. E não vê pouco não senhor. É a próxima Maria do Mar, depois de acabarem as salmonelas, penso eu de que… …
Votem leitores porque o voto é a maior arma da democracia.
Contingências da democracia, pensarão os politólogos, que os há também, quem diria há 30 anos.
E aqui temos a Póvoa de Varzim à mercê de um blogger, perdão, à mercê do seu eleitorado, o povo, o povo que decide quem o governa, o povo que os derruba, que os enxovalha, que os despreza, que se revolta, que se ri da figura deles, o povo que é anónimo no que de mais puro o termo tem.
Os candidatos perfilaram-se bem cedo:
Em primeiro lugar, Macedo Vieira, o que mais cedo apresentou a sua candidatura, embora pretendesse revelar publicamente algumas dúvidas.
O investimento em Restaurador Olex trouxe-lhe alguns amargos de boca, sendo que o principal foi a quantidade utilizada o que o transformou num Morcego horroroso.

Logo a seguir perfila-se Renato Matos, o candidato mais credível da oposição para suceder a Morcego, o verdadeiro Macedo, dado que nestes quatro anos enfrentou sistematicamente o poder laranja sem nunca titubear.

Em terceiro lugar, surge do nada Jorge Serrano, o candidato do CDS, partido que gosta de fazer política pela positiva, sem nunca explicar o que tal significa. Certo é que Serrano tem-se movimentado, ainda que com alguma dificuldade, no caminho de evitar o fim do CDS na Póvoa de Varzim.

Em quarto lugar, surge o empregado do Macedo Vieira, que não o Morcego, Jorge Machado que foi sem dúvida o deputado da Assembleia da República que mais recados fez ao seu patrão, o Jerónimo. Pensavam que era quem?
Por fim, e com uma equipa ganhadora, composta por dois elementos, surge Andrea Peniche,

perdão, uma vila-condense que conhece a realidade poveira pelo que vê em Vila do Conde. E não vê pouco não senhor. É a próxima Maria do Mar, depois de acabarem as salmonelas, penso eu de que… …Votem leitores porque o voto é a maior arma da democracia.














